Método de Conversa Espiritual é utilizado na reunião do clero e consagrados da Região Pastoral I
A reflexão sobre o conceito eclesial de sinodalidade foi a pauta da reunião do clero e dos consagrados dos da Região Pastoral I da Diocese de Marília na manhã de hoje, dia 23.
Reunidos na Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus, em Marília, os padres e diáconos das paróquias entre Garça e Quintana estudaram o processo sinodal convocado pelo Papa Francisco cujo percurso de “caminhar juntos”, com participação da Diocese em todas as oportunidades de escuta sinodais, tem seu cume na segunda sessão da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que começou no último dia 2 e se estende até a próxima semana em Roma , com término no 27.

O encontro contou com a presença do bispo do bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, e foi encerrado com um almoço de comemoração ao aniversário natalício de Dom Osvado Giuntini, bispo emérito, que acontecerá amanhã, dia 24.

“Agradeço a Deus pela oportunidade de celebrar a vida e de partilhar a vocação, que é graça de Deus, na Diocese, para que aconteça em nossa vida o que Jesus quer que vivamos juntos”, ressaltou Dom Osvaldo no momento de convivência entre o clero e os religiosos por ocasião de seus 88 anos de vida.
CONVERSA NO ESPÍRITO

A metodologia de Conversa Espiritual, utilizado nas sessões sinodais em Roma e também nas assembleias da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi adotada na reunião a fim de sugerir oportunidades de articulação dos conselhos paroquiais e diocesanos para que a sinodalidade eclesial seja potencializada nas comunidades paroquiais.

Escutar a Deus e os irmãos e irmãs por meio de diálogo e momentos de silêncio e oração integram o método da Conversação espiritual.

Sobre a proposta sinodal de caminhar juntos, Dom Luiz motivou para que todos se empenhem no serviço eclesial de escuta em favorecimento da pastoral e da atuação da Igreja no mundo, e completou: “nos esforcemos em dialogar e ouvir nossas lideranças pastorais e a sociedade civil”.

Fotos: Divulgação
Sinodalidade é tema de reunião com lideranças da Província de Botucatu
Na manhã de ontem, dia 22, aconteceu no Seminário Diocesano de Filosofia e Teologia Rainha dos Apóstolos, em Marília, a reunião com lideranças pastorais da Sub-região Pastoral Botucatu.

Composta pelas dioceses de Assis, Araçatuba, Bauru, Lins, Marília, Ourinhos e Presidente Prudente, e a Arquidiocese de Botucatu, a Sub-região refletiu no encontro a importância da sinodalidade no momento eclesial vivido.
O coordenador de pastoral da Diocese de Marília, Pe. Marcos Roberto Cesário da Silva, desenvolveu a reflexão proposta pelo Papa Francisco para a XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cuja segunda sessão acontece em Roma desde o último dia 2 até o próximo dia 27.

Em segunda, os coordenadores de pastoral apresentaram as instâncias diocesanas de “caminhar juntos” existentes na Província Eclesiástica.

Junto ao presidente da Sub-região, Dom Luiz Antonio Cipolini, bispo diocesano de Marília, e aos bispos da Província, o Pe. Reginaldo Marcolino, administrador diocesano de Lins, também participou da reunião.
O Jubileu 2025 também foi refletido e os participantes receberam um exemplar da Bula de proclamação do Ano Santo, “Spes non confundit” (A esperança não confunde).
COMEMORAÇÕES
A agenda da reunião avaliou os encontros do ano e programou os encontros para 2025. Ao final, os bispos e os participantes rezaram em ação de graças pelos aniversários natalícios dos bispos eméritos de Assis e Marília, a saber, Dom Antônio de Sousa, CSS, e Dom Osvaldo Giuntini, celebrados, respectivamente, em 21 e 24 de outubro.
O aniversário de ordenação presbiteral de Dom Rubens Sevilha, OCD, bispo diocesano de Bauru, que ocorreu no último dia 19, também foi lembrado na reunião.
Fotos: Divulgação
Dilexit nos, a quarta encíclica de Francisco para “um mundo que parece ter perdido o coração"
Na próxima quinta-feira, 24 de outubro, será publicado o documento do Papa sobre a devoção ao Coração de Jesus. O Pontífice havia anunciado a encíclica em uma audiência geral em junho passado, e o texto reunirá reflexões de documentos magisteriais anteriores. A publicação acontece no ano das celebrações do 350º aniversário da primeira manifestação do Sagrado Coração de Jesus, ocorrida em 1673.
O Papa Francisco publica a quarta encíclica de seu pontificado em um dos momentos mais dramáticos para a humanidade. Guerras corrosivas, desequilíbrios sociais e econômicos, consumismo desenfreado, novas tecnologias que ameaçam desfigurar a essência do ser humano marcam a época moderna. O Pontífice, por meio do documento intitulado Dilexit nos (Ele nos amou), pede que mudemos nosso olhar, nossa perspectiva e nossos objetivos, recuperando aquilo que é mais importante e necessário: o coração.
O anúncio do Papa
“Carta encíclica sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus Cristo” é o subtítulo do documento, cuja data de publicação — 24 de outubro — foi anunciada hoje pela Sala de Imprensa da Santa Sé. O texto é inteiramente dedicado ao culto do Sagrado Coração de Jesus. O Santo Padre havia anunciado o lançamento no outono, durante a audiência geral na Praça São Pedro em 5 de junho (mês tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus), compartilhando o desejo de que o texto faça meditar sobre os aspectos “do amor do Senhor que possam iluminar o caminho do renovamento eclesial; e também que possam dizer algo significativo a um mundo que parece ter perdido o coração”. Francisco ainda explicou que o documento reunirá “as preciosas reflexões de textos magisteriais anteriores e de uma longa história que remonta às Sagradas Escrituras, para repropor hoje, a toda a Igreja, este culto repleto de beleza espiritual”.
As aparições em 1673
A encíclica é publicada durante as celebrações — que vão de 27 de dezembro de 2023 a 27 de junho de 2025 — do 350º aniversário da primeira manifestação do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque, em 1673. Há três séculos e meio, em 27 de dezembro, Jesus apareceu à jovem freira visitandina francesa, com apenas 26 anos, para confiar-lhe a missão decisiva de difundir no mundo o amor de Jesus pelos homens, especialmente pelos pecadores. As aparições no convento de Paray-le-Monial, na Borgonha, continuaram por 17 anos, com o Coração de Jesus se manifestando sobre um trono de chamas, cercado por uma coroa de espinhos, símbolo das feridas infligidas pelos pecados dos homens. Cristo pediu à irmã Margarida que a sexta-feira após a festa de Corpus Christi — portanto, oito dias depois — fosse dedicada à Festa do Sagrado Coração de Jesus. Uma missão difícil para a religiosa, que encontrou incompreensões até entre as irmãs religiosas e superiores, sendo considerada uma visionária. Ela, porém, nunca desanimou e dedicou toda sua vida para que o mundo conhecesse o amor de Cristo.
A difusão da devoção
A festa do Sagrado Coração nasceu às portas do Iluminismo. Como escreveu o padre Enrico Cattaneo, professor emérito de Patrística, na revista 'La Civiltà Cattolica', “a espiritualidade do Coração de Cristo foi um contrapeso à mentalidade racionalista difundida, que alimentava a cultura ateísta e anticlerical”. Um acalorado debate, inclusive dentro da própria Igreja, surgiu em torno dessa devoção, até que, em 1856, Pio IX decidiu que a festa do Sagrado Coração de Jesus fosse estendida a toda a Igreja. No século XIX, a devoção se espalhou rapidamente com consagrações, surgimento de congregações masculinas e femininas, instituições de universidades, oratórios e capelas.
A Haurietis aquas de Pio XII
Em 1956, foi publicada a 'Haurietis aquas' de Pio XII, escrita em um momento em que a devoção ao Coração de Jesus vivia uma crise. A encíclica do Papa Pacelli tinha o objetivo de reviver o culto e convidar a Igreja a compreender melhor e realizar suas várias formas de devoção, de “máxima utilidade” para as necessidades da Igreja, mas também como “estandarte de salvação” para o mundo moderno. Bento XVI, em uma carta para o 50º aniversário da 'Haurietis aquas', destacava: “Este mistério do amor de Deus por nós não constitui apenas o conteúdo do culto e da devoção ao Coração de Jesus: ele é, da mesma forma, o conteúdo de toda verdadeira espiritualidade e devoção cristã. É, portanto, importante ressaltar que o fundamento dessa devoção é tão antigo quanto o próprio cristianismo”.
A devoção de Francisco
O Papa Francisco sempre demonstrou um profundo vínculo com o Sagrado Coração, relacionando-o à própria missão dos sacerdotes. Em 2016, o encerramento do Jubileu dos Sacerdotes ocorreu justamente na Solenidade do Coração de Jesus, e na homilia da Missa o Pontífice pediu aos padres do mundo que orientassem o seu coração, como o Bom Pastor, em direção à ovelha perdida, àquele que está mais distante, deslocando o epicentro do coração para fora de si mesmos. Ainda no contexto do Jubileu, na primeira das Meditações sobre a misericórdia, o Papa recomendou aos bispos e sacerdotes que relêssem a 'Haurietis aquas', porque “o coração de Cristo é o centro da misericórdia. Isto é próprio da misericórdia, que se suja, toca, se envolve, quer comprometer-se com o outro… empenha-se com uma pessoa, com sua ferida”.
Quarta encíclica do pontificado
Dilexit nos, como mencionado, é a quarta encíclica de Francisco após Lumen fidei (29 de junho de 2013), escrita “a quatro mãos” com Bento XVI; Laudato si’ (24 de maio de 2015), sobre a crise ambiental e a necessidade de cuidar da Criação; e Fratelli tutti (3 de outubro de 2020), que sintetiza os apelos e mensagens do Papa sobre a urgência da fraternidade e da amizade social em um mundo fragmentado, à época pela pandemia de Covid-19, e hoje por guerras fratricidas e conflitos conduzidos até em nome de Deus. Dilexit nos será apresentada na Sala de Imprensa vaticana em 24 de outubro por dom Bruno Forte, teólogo, arcebispo de Chieti-Vasto, e pela irmã Antonella Fraccaro, responsável geral das Discípulas do Evangelho.
A Conferência de Imprensa será transmitida ao vivo, em língua original, pelo canal do Youtube do Vatican News.
Salvatore Cernuzio – Cidade do Vaticano
Fonte: Vaticano News
Trupe leva testemunho de fé e alegria aos pacientes da Santa Casa de Marília
Em 12 de outubro, ocasião litúrgica dedicada à Nossa Senhora da Conceição Aparecida e oportunidade civil que celebra o Dia das Crianças, a ‘Trupe da Alegria’, grupo composto por agentes de pastoral da Catedral São Bento, do Santuário São Judas Tadeu e das paróquias Maria Mãe da Igreja e Santa Antonieta, realizou visitas em diversos leitos da Santa Casa de Misericórdia de Marília.

Em sua 24ª edição, que anualmente ocorre sempre nesta data, a iniciativa pastoral levou oração, canções religiosas, doces e um testemunho de fé e alegria aos pacientes internados na unidade hospitalar.

O momento, que também contou com dinâmicas e interação bíblica, surgiu há pouco mais de duas décadas quando a agente Valdirene Aparecida da Costa, ligada à Catedral e que segue na trupe que garante alegria aos que estão internados no Dia das Crianças, após acompanhar sua filha enferma durante dias no hospital, prometeu a Deus que, todo dia 12 de outubro, levaria uma mensagem de esperança aos enfermos e familiares, bem como aos colaboradores da casa de saúde. Promessa concretizada por meio da união dos integrantes da Trupe da Alegria!
Fotos: Érica Montilha I Diocese de Marília
Nossa Senhora Aparecida: bispo recorda instalação da Diocese e enfatiza a defesa vida
Na Catedral Basílica de São Bento, em Marília, o aniversário de 72 anos de instalação da Diocese de Marília, comemorado no último dia 12 de outubro, foi marcado por meio de procissão e Missa em louvor à Padroeiro do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

A Solenidade, presidida pelo bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, reuniu fiéis que agradeceram a Deus os benefícios recebidos por intercessão de Nossa Senhora.
“Do fundo do rio, quebrada, a Mãe de Deus vem ao encontro do povo brasileiro, quebrado e ferido pela escravidão do passado”, afirmou o bispo ao recordar a história da aparição da imagem de Nossa Senhora nas margens do Rio Paraíba em 1717.

Na homilia, Dom Luiz explicou que os cristãos não podem fugir dos problemas que a realidade apresenta e, em todas as dimensões da existência, serem defensores da vida: “se Maria, Mãe de Deus, defende e intercede pela vida, nós católicos, devemos ser defensores e promotores da vida sempre, sem nenhuma interrupção, como o aborto!”.

Junto ao bispo diocesano, Dom Osvaldo Giunitni, bispo emérito; o pároco e reitor da Catedral, Pe. José Orandi da Silva; e os missionários Oblatos de Cristo Sacerdote, Pe. Geraldo Lelis de Andrade, OCS, e o Ir. Carlos Régis de Oliveira Monteiro, OCS, com todo o povo fiel, fizeram a consagração à Nossa Senhora Aparecida!
Fotos: Vinícius Cruz I Diocese de Marília
Diocese de Marília sediou Encontro de diáconos permanentes e esposas da Província de Botucatu
A Casa Pastoral Diocesana Dom Osvaldo Giuntini, em Adamantina, acolheu no último sábado, dia 5, o Encontro dos Diáconos Permanentes da Província Eclesiástica de Botucatu.

Pastoralmente chamada de Sub-Região Botucatu, a Província é composta pelas dioceses de Assis, Araçatuba, Bauru, Lins, Marília, Ourinhos e Presidente Prudente, e pela Arquidiocese de Botucatu.

Acompanhados de suas esposas, os diáconos permanentes foram assessorados por Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto (SP) e referencial para o diaconato permanente no Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Em sua explanação, Dom Moacir reforçou o serviço, a humildade e a importância do ministério diaconal na vida da Igreja.
O Diác. José Silva e o Diác. José Roberto, respectivamente, presidente e tesoureiro da Comissão Regional dos Diáconos (CRD), também convidados para o momento, responderam perguntas e esclareceram dúvidas dos diáconos da Sub-Região Pastoral Botucatu.
Sobre a iniciativa, exclamou o Diác. Eduardo Caparroz, presidente da Comissão Diocesana de Diáconos (CDD): “agradecemos a Deus pelo ministério diaconal na Igreja e pela graça do servir à comunidade”.


Fotos: Daiane Peixoto I GT Articulação I Pascom Diocesana
Diocese conscientiza fiéis sobre o compromisso do eleitor cristão
Nos últimos dois finais de semana, as comunidades paroquiais da Diocese de Marília distribuíram aos fiéis uma Cartilha elaborada pelo Centro Diocesano de Pastoral: trata-se das “Orientações sobre Eleições Municipais 2024”.

O Guia prepara os eleitores para a votação de amanhã, dia 6, dos prefeitos e vereadores que, respectivamente, serão responsáveis em conduzir os poderes executivos e legislativos em nossas cidades.
A reflexão evidencia o compromisso do eleitor cristão para com o voto como “fruto da experiência vivencial da fé!”. A Cartilha mostra que os fiéis devem observar a dignidade da pessoa humana, o diálogo na construção da paz, o bem comum e a ética como princípios na escolha dos candidatos.

“A eleição é a oportunidade de exercermos a nossa cidadania e a nossa consciência cristã como pauta nos valores éticos”, explicou o coordenador diocesano de pastoral, Pe. Marcos Roberto Cesário da Silva, ao indicar que, como católicos, “somos chamados a votar com consciência à luz da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja. Não nos furtemos de exercer o nosso direito”!
Fotos: Divulgação
CNBB: Sub-regiões assumem compromissos orientados pelo Espírito Santo
Na manhã de domingo, dia 29, a iniciativa entrou em sua reta final. Tendo sido aberto na sexta, 27, o encontro alcançou diversos temas; propostas em sintonia com as referências oferecidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em prol da constituição das futuras Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora.
O arcebispo de Sorocaba e presidente do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Júlio Endi Akamine, presidiu a Missa por ocasião do 26º Domingo do Tempo Comum. O vice-presidente e o secretário da Entidade, respectivamente, Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto, e Dom Carlos Silva, bispo auxiliar de São Paulo, foram os concelebrantes principais da celebração eucarística com os participantes no último dia da 45ª Assembleia Eclesial.
Na manhã de domingo, dia 29, a iniciativa entrou em sua reta final. Tendo sido aberto na sexta, 27, o encontro alcançou diversos temas; propostas em sintonia com as referências oferecidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em prol da constituição das futuras Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora.
Dom Júlio retomou alguns dos pontos iluminados ao longo das sessões realizadas em sua homilia. “O Evangelho nos recria como discípulos missionários”, disse o arcebispo que igualmente destacou o itinerário proposto. Ainda segundo o religioso, a ordem proposta foi significativa tendo a Iniciação à Vida Cristã como ponto de partida, as conquistas como Celebração da Fé e a chegada quando do Cuidado com a vida. “Cuidar da vida implica uma solidariedade intergeracional”, completou.
Dois outros aspectos também ficaram bem pontuados na homilia: “não podemos negar as mudanças climáticas. Podemos, até, dizer que elas são uma forma de escandalizar os pequeninos”, disse Dom Júlio na primeira parte da reflexão. “A evangelização tem um recurso fabuloso na inteligência artificial e ela é um antídoto ao mal uso dessa inteligência”, completou o presidente do Regional Sul 1 apontando para Carlo Acutis e a possibilidade real de santificação dos meios a partir do exemplo do Beato. “A palavra de Deus tem o poder de fazer florir a nossa conversão”, concluiu.
Partilha
Momento bastante aguardado, e que retomou as últimas etapas do trabalho realizado na tarde de sábado, dia 28, as Sub-regiões fizeram a exposição das ações orientadas pelo Espírito Santo nos grupos.
“Formar as Comunidades Eclesiais Missionárias a partir da Palavra de Deus”, foi o indicativo oferecendo pela Região de Aparecida. Para São Paulo, a meta se apoiará no “enfrentamento às situações de vulnerabilidade”. Já para o RP 2, o objetivo a ser perseguido em 2025 passará pelo “fortalecimento das estruturas de vivência sinodal e por Assembleia que vai procurar alargar a tenda” estendida sobre as cinco Dioceses da Região.
Ainda durante a partilha, a Sub-região Campinas “buscará caminhos e estruturas de comunhão, participação e missão. O desejo é o de ser sinal de esperança no âmbito eclesial e na sociedade, assumindo a ecologia integral em continuidade com a Campanha da Fraternidade”. Para o grupo de Sorocaba, “a Comunicação Social como ferramenta de sinodalidade será valorizada. Família e juventude foram mantidas como prioridades”. Botucatu seguirá procurando valorizar o que já existe. “É ver a Igreja como extensão da nossa casa. Vamos priorizar as juventudes (universitária e carcerária)”, disse o expositor. Também o RP 1 seguirá valorizando a “juventude e a conversão eclesial a partir do Sínodo”, propondo encaminhamentos práticos. Em 2025, na próxima edição da Assembleia Eclesial, as metas serão revisitadas e avaliadas.
Avanços
Pastorais, grupos, movimentos e diversas expressões do trabalho eclesial aproveitaram a etapa final da Assembleia para apresentar os resultados dos trabalhos e para fazer a partilha de encaminhamentos.
Destaque para fala do bispo diocesano de Jales e referencial para a ação sociotransformadora, Dom José Reginaldo Andrietta, que sublinhou a realização da 6ª Semana Social Brasileira e o processo de desenvolvimento de rede eclesial ligada aos avanços angariados.
A coordenadora da Pastoral da Comunicação, Edite Neves, e o assessor do segmento, Pe. Tiago Barbosa, falaram sobre o lançamento da escola de comunicação. “Com.VC” é o nome da iniciativa que, em primeiro momento, disponibilizará cinco vagas para formação de agentes a serem indicados pelas Dioceses. Também a dinâmica do Encontro Estadual da Pascom foi apresentada. “Muito obrigado por esse trabalho tão importante e tão bonito no nosso Regional”, externou o secretário, Dom Carlos Silva.
A Pastoral Carcerária, a Comissão em Defesa da Vida, a Pastoral da Família, Renovação Carismática Católica, Fé e Política fizeram apresentações antes da “Fila do Povo” e as comunicações diversas.
Ao final da sessão, igualmente encerrando a programação da 45ª Assembleia Eclesial, Dom Júlio Endi Akamine agradeceu os envolvidos na realização do encontro e presidiu a Celebração de Envio. “Que nos deixemos guiar pelo Espírito Santo em nossas Dioceses e Arquidioceses”, finalizou o presidente do Regional Sul 1 da CNBB.
Fonte: Pascom Regional Sul 1 da CNBB
Conversa no Espírito: agentes oferecem contribuições à Assembleia Eclesial
Suscitadas pelo Espírito Santo, as contribuições de 18 grupos formados com os participantes da 45ª Assembleia Eclesial do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foram apresentadas na terceira sessão do encontro que acontece no Mosteiro de Itaici em Indaiatuba. Também etapa inicial do segundo dia foi dedicada à dinâmica.
Seguindo fichas elaboradas pela CNBB, os agentes dialogaram sobre a “Iniciação à Vida Cristã”, sobre o “Celebrar a Fé” e o “Cuidar da Vida”.
A conclusão das partilhas, providencialmente ligada à celebração da Missa, estendeu os benefícios experimentados ao longo de toda a tarde. “Como Igreja Sinodal estamos aqui para alargar a tenda da oração, para melhor acolher as inspirações de Cristo e para nos deixar entusiasmar pelo Evangelho que devemos comunicar a todos, sem exceção”, disse o bispo auxiliar de São Paulo, Dom Edilson de Souza Silva.
O religioso, na primeira Celebração Eucarística do programa, externou que todos são convidados a buscar caminhos frente aos desafios. “Estamos aqui para perder o medo e a timidez. Fazer a experiência de encontro com o Cristo vivo para dele podermos dar testemunho”, completou.
Ainda falando aos participantes da Assembleia, o bispo recordou São Vicente de Paulo como testemunho vivo de como é bom o encontro com o Cristo. “Anunciar Jesus é a razão de ser da Igreja. Peregrinos da esperança, como Igreja sinodal, para colocar a mão no arado. Aqui estamos, Senhor, envia-nos”, concluiu Dom Edilson.
Atividades
Fortemente marcada pela espiritualidade, outra expressão da Assembleia Eclesial é o diálogo. Também na noite de 27 de setembro essa característica ficou evidente: bispos, coordenadores de pastoral e demais agentes, reunidos em grupos específicos, trataram diversos assuntos. O coordenador arquidiocesano de Pastoral de Ribeirão Preto, Pe. Luís Gustavo Tenan Benzi, destacou o Ano Santo 2025 em prol de uma maior divulgação e vivência.
A 45ª edição da Assembleia Eclesial Regional seguirá até domingo, 29. “Inteligência Artificial e seu impacto pastoral” é um dos temas em destaque.
Pascom Regional Sul 1 da CNBB
Diocese de Marília é representada na Assembleia Eclesial Paulista em Indaiatuba
A partir da tarde de hoje, dia 27, o episcopado paulista, os coordenadores diocesanos de pastoral e as lideranças leigas estão reunidos em Indaiatuba (SP), no Mosteiro de Itaici, para a realização da 45ª Assembleia Eclesial Paulista (AEP).

Por meio do tema central “Igreja Sinodal: alargar a tenda da oração, escuta e comunicação”, 251 pessoas, a saber, 42 bispos, 66 ministros ordenados entre padres e diáconos e 143 leigos, seguem juntos até o próximo domingo, dia 29, com momentos de reflexão, espiritualidade e partilha.

A Diocese de Marília é representada no evento eclesial pelo bispo diocesano, Dom Luiz Antonio Cipolini, pelo coordenador diocesano de pastoral, Pe. Marcos Roberto Cesário da Silva, pelo agente da coordenação diocesana da Pastoral da Comunicação (Pascom), Victor Hugo Foglieni Leal, e pelo assessor de comunicação, Pe. Tiago Barbosa, que integra a equipe de serviço da AEP organizada pelo Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Fotos: André Botelho e Edite Neves I Pascom Regional Sul 1
































































