Curso de Atualização Teológica e Pastoral reúne cerca de 300 pessoas em Bastos
Leigos e leigas, diáconos permanentes, religiosos e religiosas da Diocese participaram no último domingo de encontro que refletiu as Diretrizes dos Sacramentos
No último domingo, dia 4 de setembro, em Bastos, a Igreja Matriz de São Francisco Xavier recebeu o Curso Anual de Atualização Teológica e Pastoral dos leigos, consagrados e diáconos permanentes da Diocese de Marília.
O encontro, que teve início com a Missa, reuniu representantes das 65 paróquias da Diocese que refletiram as diretrizes sacramentais, com ênfase nos sacramentos do Batismo, Eucaristia, Crisma e Matrimônio.
“Desejamos colher as dificuldades e sugestões para trilharmos um caminho conjunto na aplicação e vivência dos sacramentos”, explicou o coordenador diocesano de pastoral, Pe. Marcos Roberto Cesário da Silva, aos 300 participantes.
A assessoria do encontro foi feita pelos três seminaristas quartanistas Bruno Franco, Guilherme Ulian e Muriel Fellipe da Silva.
Após as ordenações, no segundo semestre do ano passado, este curso anual foi a primeira atualização dos 31 diáconos permanentes da Diocese. “Muito bem apresentado pelos seminaristas, ratificado pelo padre Marcos, e interagido pelos participantes. Tive novamente a sensação de uma Igreja viva, que se levanta mediante a graça de nosso Senhor Jesus Cristo e pela força do Espírito Santo”, comentou o diácono permanente Paulo Sérgio Ziviani Testa, da Paróquia Santo Antônio, de Adamantina.
Fotos: Elton Lopes I Marcela Yanase I Pascom Bastos
Café da manhã com os moradores de rua marca retomada do Grito dos Excluídos em Marília
"Com o tema, “Vida em primeiro lugar”, tendo a motivação das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), a iniciativa acontecerá amanhã, dia 7 de setembro, em ação na Praça Maria Izabel, ao lado da Catedral São Bento. Evento terá a atuação dos alunos de Psicologia e Enfermagem da Unimar".
Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) motiva a realização do 28º Grito dos Excluídos e Excluídas. Em 2022, com o tema “Vida em primeiro lugar” e o lema “Brasil: 200 anos de (In)dependência. Para quem?”, a iniciativa ocorre historicamente no dia 7 de setembro, escolhida como data fixa para uma ação em rede que leve os fiéis à reflexão crítica sobre o Dia da Independência.
A 28ª edição do Grito, como é nacionalmente conhecido, após anos sem sua realização, voltará a acontecer em Marília, na Praça Maria Izabel, ao lado da Catedral São Bento. Com um momento de oração, incentivo à vida por meio da valorização das pastorais sociais, reflexão do tema e encontro fraterno entre irmãos e irmãs, através de um ato ecumênico e inter-religioso, a ação contará com um café da manhã com os moradores de rua.
Organizado pelas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), com o apoio da Pastoral com os Moradores de Rua e de diversos representantes de outras religiões e instituições cristãs da cidade, o Grito dos Excluídos e Excluídas terá início às 9h. “Iremos com amor e fé realizarmos o evento em nossa cidade, buscando dar atenção aos nossos irmãos e irmãs em situação de vulnerabilidade”, explicou o Frei Vinícius Alves de Oliveira, OFM, assessor das CEBs na Região Pastoral I da Diocese de Marília.
Por meio de uma parceria com a Universidade de Marília (Unimar), os cursos de Psicologia e Enfermagem ajudarão na iniciativa. Os alunos irão aferir a pressão arterial e farão uma entrevista socioeconômica com os irmãos e irmãs em situação de rua, o que ajudará as CEBs e a Pastoral com os Moradores de Rua na busca de melhoria desta dimensão que cresce em Marília, fazendo valer o tema do Grito de valorizar a vida das pessoas em primeiro lugar.
A CNBB lançou uma Carta de Apoio à realização do Grito dos Excluídos e das Excluídas. Leia na íntegra:


Em resposta ao Papa Francisco, bispos brasileiros instituem formação para ministério dos catequistas
“Será um reconhecimento da própria comunidade ao perceber o comprometimento e a alegria dos candidatos”, afirmou dom Waldemar Passini Dalbello em coletiva de imprensa, ao explicar que o itinerário formativo aprovado pelo episcopado será de cinco anos a cargo das escolas catequéticas diocesanas, institutos e faculdades católicas, de acordo com cada realidade.
Desde o último domingo, dia 28, até sexta-feira próxima, dia 2 de setembro, o episcopado de todo o país segue em Assembleia Geral (AG) na cidade de Aparecida. Em sua 59ª edição, o encontro anual da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tratou do ministério instituído dos catequista na plenária de hoje, dia 31.
Em coletiva de imprensa, realizada no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, dom Waldemar Passini Dalbello, bispo de Luziânia (GO) e membro da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, afirmou que o tema estudado e aprovado pelos bispos é muito importante à vida das comunidades, pois “os catequistas são muito importantes em nossas comunidades e têm papéis diferenciados nos países e regiões do mundo”.
Ele destacou que ao proporcionar um itinerário de formação aos catequistas brasileiros, a CNBB “responde à solicitação do Papa Francisco na Carta Apostólica Antiquum Ministerium”. No texto, o Sumo Pontífice pede às conferências episcopais do mundo todo que orientem um processo de formação aos candidatos que irão receber este ‘antigo ministério’ eclesial de catequistas.
Deste modo, ao explicar que no Brasil os catequistas atuam em conjunto com os ministros ordenados, dão uma “excelente contribuição no processo de iniciação à vida cristã”. Dom Waldemar disse aos jornalistas que a partir de um ensaio apresentado aos bispos, a AG aprovou um caminho formativo que ajudará as dioceses na compreensão da vocação de cada candidato ao ministério proposto.
“Pensamos em um período para o discernimento que proporcionará uma formação humana, comunitária, espiritual, doutrinária, teológica e pastoral-missionária. No conjunto, estabelecemos uma etapa de cinco anos”, evidenciou o bispo goiano ao salientar que o tempo pensado pelo episcopado oferecerá uma visão orgânica da pastoral para que os candidatos ao ministério possam abraçar com responsabilidade a missão que Deus quer confiar a eles.
Nas arquidioceses e dioceses brasileiras, a proposta é que a etapa dedicada à formação ficará por conta das escolas catequéticas diocesanas, institutos e faculdades católicas, de acordo com cada realidade, comentou dom Waldemar. “Os catequistas são os grandes cooperadores da edificação da vida humana e de nossas comunidades”, salientou quando disse aos jornalistas que a vocação para este ministério “será um reconhecimento da própria comunidade ao perceber o comprometimento e a alegria dos candidatos”, concluiu.
Por pe. Tiago Aparecido de Souza. Fotos: Victória Holzbach/CNBB Sul 3
Proposta dos Columbários, espaço para abrigar a memória dos fiéis defuntos, é apresentada na 59ª AG CNBB
A pergunta sobre a vida pós-morte sempre fez parte da existência humana bem como, também, as questões práticas referentes à cremação e ao sepultamento dos fiéis defuntos. De origem judaico-cristã, a Igreja sempre defendeu o sepultamento como destino dos seus fieis após a morte. Os cristãos primitivos procuravam sepultar seus mortos num mesmo lugar, espaço que recebeu nome de cemitério, cujo significado é dormitório.
Essa ideia se fortaleceu em detrimento da cremação, prática que foi proibida desde a Revolução Francesa no século XVIII, quando se intensificou a propaganda em favor da cremação dos corpos contra a crença na vida eterna.
Estudiosos revelam que a prática da cremação surgiu da necessidade de trazer de volta os soldados mortos para receberem sepultura em sua pátria, como ocorria entre os gregos; ou por convicções religiosas, como entre os escandinavos, que acreditavam assim libertar o espírito de seu invólucro carnal e evitar que o morto pudesse causar algum mal aos vivos.

Doutor em escatologia e bispo da diocese de Santa Maria (RS), dom Leomar Antônio Brustolin, explica que “a Igreja Católica sempre fez opção pela inumação, ou seja, o sepultamento do corpo para que os fiéis possam fazer a experiência de Jesus de permanecer três dias na sepultura”
Dom Brustolin explica que a Igreja, por sua vez, tem uma orientação bastante insistente de que as cinzas não sejam espalhadas em qualquer parte, mas sejam colocadas num lugar para memória e para oração, com o intuito de recuperação da história daquela pessoa que morreu.
Cremação como uma solução cabível
Em um contexto contemporâneo de inchaço dos centros urbanos onde se torna mais desafiador encontrar espaços para o sepultamento dos corpos humanos, a Igreja Católica entende que a cremação é uma solução cabível. A justificativa, segundo dom Leomar, é que “o fogo não pode destruir a relação com Cristo construída durante a vida”.
O bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), dom Adilson Pedro Busin, ressalta que as cinzas dos entes queridos não devem ser jogadas em qualquer lugar, mesmo junto à natureza, prática que aponta para uma orientação panteísta.
A Igreja quer que os defuntos sejam sepultados, os ossos ou as cinzas sejam guardados, em primeiro lugar, como respeito ao ente querido e pela dimensão da fé que assegura a existência de uma Igreja que peregrina neste mundo, a Igreja dos santos, e daqueles que partiram desta vida para a ressurreição.
Neste sentido, a Igreja Católica propõe a construção, nas paróquias, dos Columbários, espaços religiosos, fundamentados na Instrução Ad Resurgendum cum Christo, referentes à sepultura dos defuntos e à conservação das cinzas em caso de cremação.
“A ideia de que as paróquias tenham seus columbários é para que continuemos tendo o nosso lugar onde encontrar os restos dos nossos entes queridos, como lugar onde vou viver minha saudade, um lugar de fé e oração”, enfatiza dom Adilson.
O sentido dos Columbários paroquiais

A empresa Coral, inovação em columbários, de Barcelona (Espanha), apresentou durante a 59ª Assembleia Geral da CNBB a proposta da implantação nas dioceses e paróquias de columbários.
“Adaptamo-nos à transformação do setor funerário, oferecendo soluções às necessidades das famílias católicas que, cada vez mais, optam pela incineração. As missas de exéquias são celebradas com a urna presente e a bênção das cinzas do defunto para a sua posterior introdução no columbário da paróquia”, explica o representante da empresa com stand na 59ª AG CNBB, Fernando Millas.
Columbário, vem de “columba”, substantivo feminino para designar a espécie de aves de rapina, as pombas, o que significa “pombal”. No contexto religioso, os columbários são espaços climatizados, com assentos confortáveis, em cujas paredes se encontram as urnas onde estão depositadas devidamente as cinzas do fiel defunto e que dão a oportunidade para que as pessoas possam prestar, no local, suas homenagens, rezar e fazer memória dos seus mortos. Sua estrutura é semelhante à de cemitérios verticais, comuns nos Estados Unidos, Europa, Japão e em alguns estados do Brasil, que ao invés dos ossários apostam na ideia do columbário para as cinzas do cadáver.
Irmã Rosa Maria
Escala da Visita das Relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus
Visita das Relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus
Em virtude dos 70 anos de criação e instalação da Diocese de Marília
16 de setembro de 2022 (sexta-feira)
Missa de acolhida na Catedral Basílica Menor de São Bento
Região Pastoral I
17 de setembro (sábado) - Paróquia Santa Cecília (Álvaro de Carvalho)
18 de setembro (domingo) - Paróquia São Pedro (Garça)
19 de setembro (segunda-feira) - Irmãs Franciscanas de Cristo Rei (Garça)
20 de setembro (terça-feira) - Irmãs Franciscanas de Siessen (Garça)
21 de setembro (quarta-feira) - Paróquia Nossa Senhora de Lourdes (Garça)
22 de setembro (quinta-feira) - Santuário Sagrado Coração de Jesus (Vera Cruz)
23 de setembro (sexta-feira) - Mosteiro da Divina Misericórdia (Marília)
24 de setembro (sábado) - Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora (Avencas)
25 de setembro (domingo) - Paróquia Santa Rita de Cássia (Marília)
26 de setembro (segunda-feira) - Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (Marília)
27 de setembro (Terça-feira) - Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Jóquei (Marília)
28 de setembro (quarta-feira) - Paróquia Nossa Senhora Rosa Mística (Marília)
29 de setembro (quinta-feira) - Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Fragata (Marília)
30 de setembro (sexta-feira) - Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Marília)
Dia de Santa Teresinha - 01/10/2022 (sábado) – Santuário Nossa Senhora da Glória em Marília
02 de outubro (domingo) - Paróquia Santa Isabel (Marília)
03 de outubro (segunda-feira) - Seminário Diocesano Rainha dos Apóstolos (Marília)
04 de outubro (terça-feira) - Mosteiro Maria Imaculada - Clarissas (Marília)
05 de outubro (quarta-feira) - Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Marília)
06 de outubro (quinta-feira) - Paróquia Maria Mãe da Igreja (Marília)
07 de outubro (sexta-feira) - Paróquia Santa Antonieta (Marília)
08 de outubro (sábado) - Paróquia Santa Edwiges (Marília)
09 de outubro (domingo) - Paróquia Sagrada Família (Marília)
10 de outubro (segunda-feira) - Paróquia São Miguel Arcanjo (Marília)
11 de outubro (terça-feira) - Paróquia São Sebastião (Marília)
12 de outubro (quarta-feira) - Catedral Basílica de São Bento – dia da Instalação da Diocese
13 de outubro (quinta-feira) - Paróquia São Judas Tadeu (Marília)
14 de outubro (sexta-feira) - Missão Louvor e Glória (Marília)
15 de outubro (sábado) -
Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus (Marília) - Dia dos professores - Colégio Sagrado Coralão de Jesus -
16 de outubro (domingo) - Instituto das Missionárias de Nossa Senhora de Fátima (Marília)
17 de outubro (segunda-feira) - Irmãos do Sagrado Coração de Jesus (Marília)
18 de outubro (terça-feira) - Paróquia Santo Antônio (Marília)
19 de outubro (quarta-feira) - Paróquia São João Batista (Marília)
20 de outubro (quinta-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Oriente)
21 de outubro (sexta-feira) - Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Pompéia)
22 de outubro (sábado) – Irmãs Franciscanas Alcantarinas (Pompéia) (será reduzido em virtude dos encontros no dia seguinte.)
23 de outubro (domingo) - DNJ e Infância Missionária - Marília
24 de outubro (segunda-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Paulópolis)
25 de outubro (terça-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Quintana)
Região Pastoral II
26 de outubro (quarta-feira) - Paróquia Sant’Ana (Herculândia)
27 de outubro (quinta-feira) - Irmãs de Nossa Senhora de Fátima – Hospital São José (Herculândia)
28 de outubro (sexta-feira) - Paróquia São Pedro Apóstolo (Tupã)
29 de outubro (sábado) - Irmãs dos Pobres de Santa Catarina de Sena (Tupã)
30 de outubro (domingo) - Paróquia São José (Tupã)
31 de outubro (segunda-feira) - Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora (Tupã)
01 de novembro (terça-feira) - Paróquia São Judas Tadeu (Tupã)
02 de novembro: FINADOS (sem peregrinação neste dia).
03 de novembro (quinta-feira) - Paróquia Senhor Bom Jesus (Arco-Íris)
04 de novembro (sexta-feira) - Paróquia São Luiz Gonzaga (Iacri)
05 de novembro (sábado) - Paróquia São Francisco Xavier (Bastos)
06 de novembro (domingo) - Paróquia Imaculada Conceição (Parapuã)
07 de novembro (segunda-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Rinópolis)
08 de novembro (terça-feira) - Santuário São José (Osvaldo Cruz)
09 de novembro (quarta-feira) - Irmãs Missionárias dos Sagr. Corações de Jesus e Maria (Osvaldo Cruz)
10 de novembro (quinta-feira) - Paróquia São Benedito (Sagres)
11 de novembro (sexta-feira) - Paróquia São João Batista (Salmourão)
12 de novembro (sábado) - Paróquia Imaculado Coração de Maria (Inúbia Paulista)
13 de novembro (domingo) - Paróquia Sagrada Família (Lucélia)
14 de novembro (segunda-feira) - Visita à Penitenciária de Lucélia e Irmãs de São José de Cluny (Lucélia)
15 de novembro (terça-feira) - Paróquia Santa Luzia (Pracinha)
16 de novembro (quarta-feira) - Paróquia Imaculada Conceição (Mariápolis)
17 de novembro (quinta-feira) - Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Adamantina)
18 de novembro (sexta-feira) - Associação e Fraternidade São Francisco de Assis – Santa Casa (Adamantina)
19 de novembro (sábado) - Paróquia Santo Antônio (Adamantina)
20 de novembro (domingo) - Paróquia São Francisco (Adamantina)
21 de novembro (segunda-feira) - Comunidade Alfa e Ômega (Adamantina)
Região Pastoral III
22 de novembro (terça-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Flórida Paulista)
23 de novembro (quarta-feira) - Paróquia Nossa Senhora das Graças (Pacaembu)
24 de novembro (quinta-feira) - Paróquia Santa Genoveva (Irapuru)
25 de novembro (sexta-feira) - Paróquia São José (Flora Rica)
26 de novembro (sábado) - Paróquia Santo Antônio (Junqueirópolis)
27 de novembro (domingo) - Santuário Nossa Senhora de Fátima (Dracena)
28 de novembro (segunda-feira) - Sociedade Irmãos da Misericórdia – SIM (Dracena)
29 de novembro (terça-feira) - Paróquia São Francisco de Assis (Dracena)
30 de novembro (quarta-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Dracena)
01 de dezembro (quinta-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Ouro Verde)
02 de dezembro (sexta-feira) - Paróquia Nossa Senhora da Glória (Tupi Paulista)
03 de dezembro (sábado) - Paróquia Santa Cecília (Monte Castelo)
04 de dezembro (domingo) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Nova Guataporanga)
05 de dezembro (segunda-feira) - Paróquia São João Batista (São João do Pau D’Alho)
06 de dezembro (terça-feira) - Paróquia Nossa Senhora das Mercês (Santa Mercedes)
07 de dezembro (quarta-feira) - Paróquia São Pedro (Paulicéia)
08 de dezembro (quinta-feira) Paróquia São José (Panorama)
Dioceses da Província:
09 de dezembro (sexta-feira) - Diocese de Presidente Prudente
10 de dezembro (sábado) - Diocese de Assis
11, 12 e 13 de dezembro - Diocese de Bauru (domingo, segunda-feira e terça-feira, voltando para nossa diocese no início da tarde do dia 13)
Encerramento da Peregrinação: Missa: 13 de dezembro de 2022 (terça-feira) - Paróquia São José de Osvaldo Cruz, 20h00.
14 de dezembro (quinta-feira) - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Queiroz)
Equipe Diocesana da Visita das Relíquias de Santa Teresinha.
Oração Oficial da Peregrinação das Relíquias de Santa Teresinha
Ó Santa Teresinha do Menino Jesus, Virgem e Doutora da Igreja, pequena e bela flor do Carmelo, amor dos sacerdotes e socorro das almas, aos vossos pés, humildemente suplicamos que, a vossa poderosa intercessão, aumente a confiança e o abandono de nossa alma, no Coração Misericordioso de Jesus e o desejo ardente de amá-Lo e torná-Lo ainda mais conhecido.
Nos vos suplicamos que, pela vossa intercessão Jesus derrame numerosas bênçãos sobre a nossa Diocese de Marilia, que está em júbilo pelos seus 70 anos de criação, conforme prometestes favores e graças a quem a vós recorresse. Assim se cumpra a vossa promessa. Santa Teresinha do menino Jesus, Rogai por nós!
Quem foi Santa Teresinha

“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo.”
A santa de hoje nasceu em Alençon (França), no dia 02 de janeiro de 1873; e morreu no dia 30 de setembro de 1897, com apenas 24 anos e 271 dias. Nascida em uma família de ótimas condições financeiras e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula, Teresa; quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa, que também se tornaram freiras (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Com a autorização do Papa Leão XIII, Teresinha pode entrar no Mosteiro das Carmelitas, em Lisieux, com apenas 15 anos de idade.
À primeira vista, parece que Teresinha foi santa desde a sua infância, porém, sua história revela um caminho de amadurecimento à custa de muitos sofrimentos, como por exemplo: A perda de sua mãe quando tinha 4 anos e 8 meses, por conta do câncer; a ida de suas irmãs para o carmelo; separar-se de seu pai e vê-lo sofrer de problemas psiquiátricos; por fim, a tuberculose e outros problemas de enfermidade nos seus últimos anos de vida. Tudo isso levou essa mulher a oferecer-se em holocausto à Misericórdia Divina, dia após dia de sua vida, com muita simplicidade e pequenez.
Depois da morte de sua mãe, a menina desenvolveu uma grande sensibilidade e se achava sempre entristecida e abatida, chorava muito. Porém, aos 10 anos, ela fez uma experiência com Nossa Senhora que ficou em sua vida: “No dia 13 de maio de 1883, festa de Pentecostes, do meu leito, virei meu olhar para a imagem de Maria, e, de repente, a imagem pareceu-me bonita, tão bonita que nunca tinha visto nada semelhante. Seu rosto exalava uma bondade e ternura inefáveis, mas o que calou fundo em minha alma foi o sorriso encantador da Santíssima Virgem. Todas as minhas penas se foram naquele momento, e lágrimas escorreram de meus olhos, de pura alegria. Pensei, a Santíssima Virgem sorriu para mim, foi por causa das orações que eu tive a graça do sorriso da Rainha do Céu” (História de uma alma).
Teresinha também fez uma profunda experiência com o natal, tendo o menino Jesus como doador de uma “total conversão”, aos seus 13 anos de idade, no ano de 1883. Depois disso, sua vida foi transformada e ela começou a dar grandes passos na vida espiritual. Esse fato foi tão importante a ponto de levá-la a assumir o nome de Teresinha do Menino Jesus.
Ao entrar no Carmelo, dedicou-se a rezar pela conversão das almas e pelos sacerdotes. Porém, trazia em seu coração o grande desejo de ser missionária, queria anunciar o evangelho aos cinco continentes do mundo. Até que descobriu no amor um caminho de perfeição: “no coração da Igreja, serei o amor. Assim, serei tudo, e nada impossibilitará meu sonho de tornar-se realidade” (História de uma alma). Logo após a sua morte, seria colocada como padroeira universal das missões católicas pelo Papa Pio XI.
Através do amor, desenvolveu a infância espiritual ou pequena via. Essa consiste na extrema confiança em um Deus que é Pai, o que foi consequência do seu relacionamento com seu pai Luís. Ele levou sua filha a olhar a Deus como um pai bondoso, amoroso e misericordioso. Por isso, pôde confiar e se lançar sem reservas nos braços d’Aquele que a leva como um elevador através de sua graça. Esse relacionamento filial gerou um transbordar de caridade, generosidade e gratuidade, por parte da santa que desembocou na vivência com suas irmãs religiosas. Em sua extrema humildade, acreditava que o caminho era ser como criança diante de Deus, assim buscava sempre rebaixar-se na vida fraterna e amar sem reservas. Tudo isso, levou-a a renovar a espiritualidade carmelita de João da Cruz (Doutor do “tudo ou nada”), vendo nessa caridade gratuita o caminho perfeito. “No crepúsculo desta vida aparecerei diante de vós (Deus) com as mãos vazias” (História de uma alma), ou seja, nem apresentar méritos ou obras, simplesmente confiando no amor gratuito de Deus, que é Pai e nos salva (Cf. 1 Jo 4, 17). Essa experiência fez com que o Papa João Paulo II a proclamasse doutora da Igreja, no dia 19 de outubro de 1997.
Em seu leito de morte, com apenas 24 anos, disse suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”. Após a sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos que se tornaram mundialmente reconhecidos. Assim realizou a sua promessa de espalhar uma chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. Sua beatificação aconteceu em 1923; e foi canonizada por Pio XI em 1925, que a chamava de “uma palavra de Deus”.
Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por nós!
Oração:
“Meu Deus, ofereço-vos todas as ações que farei hoje, nas intenções e para a glória do Sagrado Coração de Jesus. Quero santificar as batidas do meu coração, meus pensamentos e obras mais simples, unindo-os aos seus méritos infinitos, e reparar minhas faltas, lançando-as na Fornalha de seu Amor Misericordioso. Oh, meu Deus! Peço-vos para mim e para aqueles que me são caros a graça de cumprir perfeitamente vossa santa vontade, de aceitar por vosso amor as alegrias e as penas desta vida passageira, para que estejamos um dia reunidos no Céu, por toda a eternidade. Assim seja.” (Obras completas de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face, Oração 10).
Referências:
Vatican News
Livro: “História de uma alma” – Santa Teresinha
Livro: “De mãos vazias” – Conrado de Meester
Fonte: Conheça a história de Santa Teresinha do Menino Jesus (cancaonova.com)
Em Aparecida (SP), Dom Luiz faz comunhão com os bispos do Brasil e reza por todos os diocesanos
Participando dos momentos de oração, convivência e estudos da 59ª edição da Assembleia Geral do episcopado brasileiro, o bispo lembra do povo de Deus das 65 paróquias da Diocese de Marília
Desde o último domingo, dia 28, até a próxima sexta-feira, dia 2 de setembro, o episcopado de todo o país se reúne em Aparecida(SP) para a realização da 59ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Tendo como tema central “a reflexão sobre as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil”, os bispos também estudam outras dimensões pastorais e de organização importantes para a vida eclesial, como a reforma do Missal Romano, texto utilizado nas missas, e o Estatuto da CNBB, para regimentar os trabalhos em todo o país.
Nestes dias de oração, convivência e trabalhos comuns, o bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, se une ao episcopado de todo o país para essa atividade de comunhão. Segundo ele, a 59ª edição da AG, após dois anos de assembleias on-line, “é momento privilegiado de convivência, votação e, particularmente, de oração por todo povo de Deus do nosso imenso Brasil”.

De Aparecida, o bispo diocesano de Marília saudou todos os diocesanos e, da Basílica, junto à imagem de nossa Senhora, rezou suplicando “que a intercessão de Maria, Rainha dos Apóstolos e Mãe de todos os brasileiros, nos ajude na missão de caminhar juntos e evangelizar nas 65 paróquias de nossa Diocese”.
Fotos: Pe. Tiago Barbosa I Departamento de Comunicação























