Jovens italianos realizam experiência missionária em Álvaro de Carvalho
Acompanhados pela Irmã Anna Maria Moro e pelo Pe. Rafael Lopes Ciuffa, durante 20 dias, o grupo atuou na Creche local, visitou famílias e teve contato com os seminaristas diocesanos
Entre os dias 31 de julho e 14 de agosto, a Paróquia Santa Cecília, de Álvaro de Carvalho, recebeu a experiência missionárias de três jovens leigos italianos e de uma religiosa.
Ligados à espiritualidade do Instituto das Irmãs da Misericórdia de Verona, que atua na comunidade paroquial há 32 anos, a Irmã Iole Griggio, que integra o Conselho Geral do Instituto, Rossana, de 19 anos, Agnese, também de 19 anos, e Andrea, de 20 anos, colaboraram diariamente no Centro Social Mariano, Creche Nazaré, no cuidado com as crianças do berçário, maternal e pré.
Os jovens missionários participaram das Missas diárias e visitaram as famílias na cidade e nas fazendas. Eles também tiveram um contato com os seminaristas do Seminário Diocesano de Filosofia e Teologia Rainha dos Apóstolos, de Marília. Nestes 20 dias no Brasil, eles também conheceram o Santuário Nacional de Aparecida (SP).
A Irmã Anna Maria Moro, superiora do Instituto na cidade, e o administrador paroquial, Pe. Rafael Lopes Ciuffa, acompanharam toda a experiência missionária, positivamente avaliada pela comunidade.
Fotos: Divulgação
Sínodo 2023: “Sinodalidade da Igreja é constituída por três fontes da espiritualidade cristã: Oração, Liturgia e Piedade popular”
O secretário executivo do regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Luciano dos Santos, esteve em Brasília (DF), de 8 a 12 de agosto, como membro da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil, para participar da consolidação da síntese das escutas das igrejas particulares do Brasil para o processo do Sínodo 2023.
A partir dos relatórios, segundo o padre Luciano dos Santos, foi possível constatar que o documento preparatório do Sínodo expressa de maneira muito forte a relação entre liturgia e sinodalidade. “O Documento diz que caminhar juntos só é possível na escuta comunitária da palavra de Deus e na celebração da Eucaristia”, diz.
Por isso, segundo padre Luciano, a sinodalidade da Igreja é constituída, alimentada por três fontes da espiritualidade cristã: oração, liturgia e piedade popular. “A liturgia de forma singular, a participação ativa, consciente, plena e frutuosa da Eucaristia é fonte para o caminhar juntos, para uma igreja sinodal, para as nossas experiências sinodais, para o nossa caminhar”.
“É interessante, no mínino, que as comunidades cantem inspiradas na Carta de São Paulo aos Romanos – Nós somos muitos, mas formamos um só corpo, que é o corpo do Senhor, a sua Igreja, mas todos nós participamos do mesmo dom da unidade que é o corpo do Senhor, então a oração, piedade polular e liurgia constituem e alimentam esse nosso caminhar juntos”, afirmou.
O padre Luciano explicou também, em vídeo, o que é uma liturgia sinodal. Para ele, a liturgia sinodal é o que impulsiona, ilumina e alimenta esse caminhar juntos.
“É uma liturgia que faz emergir a realidade da comunidade celebrante. É uma liturgia que celebra o mistério de Cristo, na Páscoa da gente. É uma liturgia que nos motiva para a partilha, para a solidariedade e para nos fazer companheiros de viagem das pessoas que mais precisam – dos pobres, dos excluídos, dos marginalizados. É uma liturgia profética e que cuida da Casa Comum” explicou.
Participar da Equipe de Elaboração da Síntese foi para o padre Luciano uma grande oportunidade. “Acabamos conhecendo realidades muito distintas da nossa e que nos ajudam a perceber experiências sinodais muito significativas. Ajuda também a perceber caminhos sinodais já traçados e fundamentados”.
“Faz também perceber desafios que ainda possuímos, dificuldades que vemos nesse caminhar juntos, mas também os horizontes”, disse.
Assista o depoimento na íntegra: https://youtu.be/bBKF4uVDrQw
Entrevistas sobre a síntese das escutas das Igrejas Particulares
A Assessoria de Comunicação da CNBB produziu uma série de entrevistas com os membros da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil que estão sendo publicadas no portal e no canal do yotube da entidade. O documento com a síntese final, de 10 páginas, será apresentado ao episcopado brasileiro na 59ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, como parte do processo indicado pela Secretaria Geral do Sínodo 2023, antes de ser enviado à etapa continental.
Relatórios da escuta diocesana do Brasil demonstram que os leigos desejam ser voz mais ativa na tomada de decisões na Igreja
“Desde o início da composição da equipe eu já tinha considerado este trabalho como de grande responsabilidade. Nós tínhamos um desafio mas também uma grande responsabilidade de acolher a voz de todo Brasil, de produzir uma síntese que de fato comunicasse o que as pessoas falaram na fase diocesana. Nesta semana que estivemos reunidos presencialmente essa sensação da responsabilidade se intensificou. Nós ouvimos muitos desafios, muitas opiniões diferentes e é sempre muito difícil colocar no papel isto tudo pensado que a voz da pessoa que participou da escuta diocesana chegará na Secretária Geral do Sínodo lá em Roma. Vejo primeiro como uma grande responsabilidade mas também como uma grande honra. Porque este ponto que eu analisei fala exatamente sobre as pessoas que querem ter voz. E nosso papel, enquanto equipe nacional, é dar voz à estas pessoas”.
O relato acima é parte da entrevista que a leiga, assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e membro da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil, Mariana Aparecida Venâncio, após o trabalho da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil, que se encontrou na sede da CNBB, de 8 a 12 de agosto, com a tarefa de realizar a síntese das contribuições enviadas da fase de escuta realizada pelas Igrejas Particulares.
De acordo com ela, os relatórios revelaram uma grande profundidade de reflexão. “As respostas não foram generalizadas no sentido de dizer que os leigos não têm voz mas no sentido de mostrar que os leigos desejam ser uma voz mais ativa. De modo geral, os leigos e leigas consideram que há espaço dentro da estrutura eclesial para que eles se pronunciem e se expressem. Mas eles têm o desejo que sua voz seja mais levada em consideração nas tomadas de decisões. O grande problema que percebemos pelas sínteses recebidas é a sensação que as pessoas têm de poderem falar mas que as falas caiam no vazio e não sejam consideradas nas decisões”, disse.
O desejo das pessoas, segundo os relatos das dioceses, é o de sentir que nas decisões finais sua voz tenha sido ouvida e considerada, mesmo que as opiniões e decisões finais sejam diferentes de sua opinião.
Os conselhos eclesiais, de acordo com a assessora da Comissão Bíblico-Catequética da CNBB, foram apontados como instrumentos considerados como lugar de liberdade de expressão. “Achamos muito interessante isto, porque o assunto dos conselhos apareceu como transversal em vários dos aspectos perguntados e eles são entendidos como lugar de liberdade de expressão. Mas ainda no movimento de serem aperfeiçoados para que esta expressão não seja uma fala escutada mas, de fato, levada em consideração”, ponderou.
A Igreja no Brasil e a comunicação
Sobre o aspecto da comunicação, Mariana afirmou que os relatórios apontam, de um modo geral, que a Igreja se pronuncia na sociedade, entendem que ela ainda tem uma voz muito respeitada mas que esta voz precisa ser amadurecida principalmente pela capacitação dos leigos e leigas para se inserirem na sociedade e falarem de forma coerente com a Igreja.
“Um grande desafio apontado nesta linha foi o da formação para que as pessoas se insiram nos diferentes campos da sociedade, como a política e também nas redes sociais. As sínteses indicaram a presença mas a falta de formação para o uso destes meios. É interessante a avaliação de que a Igreja tem voz mas que precisa ser aperfeiçoada e potencializada”, disse.
As experiências de comunicação relatadas, especialmente a partir do início da pandemia, são vistas como muito positivas, tempo no qual muitas paróquias e dioceses criaram seus próprios meios de comunicação. De uma maneira geral, conforme informou a representante da Equipe de Animação do Sínodo 2023 no Brasil, aparece nos relatos que a Igreja tem uma relação muito positiva com os meios de comunicação, especialmente com os católicos mas uma relação crescente ainda com os não católicos.
“Foi visto de forma muito enfática a questão da inserção particular, paróquias e dioceses que criaram seus próprios meios, mas também se vê com muita maturidade a necessidade de ampliação, de formação e capacitação para que esses meios sejam usados em toda a sua potencialidade para a evangelização, não para autopromoção e para disseminação de discursos de ódio. Falou-se muito também da necessidade de capacitação sobre as fake news para que as pessoas saibam identificar e não passem para frente, o que seria um contratestemunho cristão”, concluiu.
Veja, abaixo, a entrevista na íntegra: https://youtu.be/mMEXPYa1Tp8?list=PLD-bgXwLtAG3BCtOFK_NK8JGMfL8i37pJ
Dom Luiz celebra 36 anos de sacerdócio com Missa e confraternização no Asilo São Vicente
Com a presença de idosos, colaboradores, padres e seminaristas, o bispo diocesano de Marília comemorou seu aniversário de ordenação presbiteral
Ontem, dia 15, o bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, completou 36 anos de ordenação presbiteral.
Para comemorar a data, Dom Luiz celebrou Missa com os idosos do Lar São Vicente de Paulo em Marília.
A celebração também contou com a presença de membros da diretoria e colaboradores da entidade católica, e do Pe. Jacinto Sebastião da Silva e do reitor do Seminário Propedêutico, Pe. Luiz Eduardo Cardoso de Sá. Os três seminaristas do primeiro ano de formação também participaram do momento de ação de graças.
Após a Missa, o Lar preparou uma confraternização para festejar o sacerdócio de Dom Luiz.
Fotos: senhor José Henrique I Asilo São Vicente de Paulo
Mês vocacional e dia de São Tarcísio inspiram retiro dos coroinhas de Lucélia
Auxiliados pelo Pe. Adriano dos Santos Andrade e pela Irmã Maria Aparecida da Silva, da Congregação de São José de Cluny, a manhã de espiritualidade contou com oração, reflexão e dinâmicas de grupo
No último sábado, dia 13, os coroinhas da Paróquia Sagrada Família, de Lucélia, participaram de uma manhã de espiritualidade .
O encontro, que ocorreu na Casa Pastoral Diocesana Dom Osvaldo Giuntini, em Adamantina, foi motivado por ocasião do mês vocacional e da memória litúrgica de São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas, celebrada ontem, dia 15.
A coordenação do grupo e a Pastoral Vocacional da comunidade organizaram a iniciativa que contou com momentos de oração, reflexão, dinâmicas em grupo e adoração ao Santíssimo Sacramento. O pároco, Pe. Adriano dos Santos Andrade, e a Irmã Maria Aparecida da Silva, da Congregação de São José de Cluny, auxiliaram na execução do cronograma do retiro.
Fotos: Roberta Bernardineli I Pascom Paróquia Sagrada Família
Clínica recebe Missa em homenagem ao Dia dos Pais
Dom Luiz Antonio Cipolini, bispo diocesano de Marília, rezou missa e abençoou os pais no Polo de Atividades Integradas (PAI) Nosso Lar, em Adamantina.
Ontem, dia 14, em Adamantina, o Dia dedicado aos pais foi celebrado de forma especial no Polo de Atividades Integradas (PAI) Nosso Lar: com missa em ação de graças pela data. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, que é padrinho da instituição.
A Missa reuniu os pacientes, membros da diretoria, colaboradores e profissionais da saúde em homenagem ao Dia dos Pais que, na ocasião, receberam benção do bispo.
O local, que oferece serviços de excelência e humanização no atendimento psiquiátrico, conta com uma diretoria composta por católicos da cidade com a missão promover qualidade de vida aos internos.
Fotos: No Click com o Senhor
Coroinhas da Região Pastoral III realizam passeio cultural em Marília
No último sábado, um grupo de crianças e adoecestes das paróquias São João Batista, de São João do Pau D’Alho, e Nossa Senhora Aparecida, de Nova Guataporanga, visitaram a Catedral, a Igreja Santo Antônio, o Seminário Diocesano e o Mosteiro da Divina Misericódia
Na último sábado, dia 13, os coroinhas das paróquias São João Batista, de São João do Pau D’Alho, e Nossa Senhora Aparecida, de Nova Guataporanga, estiveram em Marília para a realização de um passeio religioso.
O grupo da Região Pastoral III esteve acompanhado de seus padres Ivã Luis de Oliveira Baisso e Marcelo Henrique Gonzalez Dias, e a peregrinação contou com a visita na Igreja Catedral São Bento Abade, na Paróquia Santo Antônio, no Seminário Diocesano de Filosofia e Teologia Rainha dos Apóstolos e o Mosteiro da Divina Misericódia, recém inaugurado no Vale que liga Marília ao distrito de Avencas.
Na Catedral, as crianças e adolescentes ouviram um pouco sobre a arquitetura do templo e também da vida ministerial do bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipilini, que acolheu o grupo. Na Paroquia Santo Antônio o grupo rezou o terço e, no Mosteiro, participaram da Santa Missa.
“Precisamos fazer o possível para conduzir esses jovens pelo caminho de Deus. A nós cabe lutar, mas a vitória pertence ao Senhor”, disse o Pe Marcelo ao explicar o passeio religioso na sede do bispado.
Fotos: Arquivo pessoal
Garça celebra primeira casa da Fazenda Esperança com missa dedicada à Santa Dulce dos Pobres
Na comemoração litúrgica do Anjo Bom da Bahia, como é conhecida Santa Dulce, fiéis rezaram em ação de graças pelas conquistas realizadas na unidade de Garça
Neste sábado, dia 13, cuja memória litúrgica apresenta o exemplo de Santa Dulce dos Pobres, o Anjo Bom da Bahia, a Fazenda Esperança de Garça, celebrou missa em ação de graças pela primeira casa concluída.
A Santa Missa, presidida pelo Pe. Anderson Messina Perini, pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo, contou com a participação das Irmãs Franciscanas de Cristo Rei, das Irmãs Franciscanas de Siessen, dos membros do Grupo Esperança Viva, e também de voluntários e benfeitores que, festejando a santa baiana, presenciaram os primeiros frutos da unidade garcense.
Santa Dulce dos Pobres leva o nome da unidade de Garça da Fazenda Esperança! A manhã de oração e agradecimento foi concluída com um almoço de confraternização.
Fotos: Fazendo Esperança I Garça
Caminhada reúne mais de 500 fiéis no centro comercial de Marília
Fruto da união das paróquias da cidade, a ação iniciou a Semana Nacional da Família.

Aproximadamente 600 pessoas se reuniram no centro comercial de Marília para a realização da Caminhada da Família na manhã de ontem, dia 13.
O evento, que contou com a presença do bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini, dos padres e diáconos das 19 paróquias do município, de religiosos e religiosas, e centenas de famílias, iniciou a Semana Nacional da Família na cidade!
A ação conjunta das comunidades paroquiais mariliense envolveu crianças, jovens, adultos e idosos que, valorizando o núcleo familiar, manifestaram a fé em Jesus na véspera do dia dos pais: “somos a grande família que tem Deus como Pai. Em Cristo, somos irmãos!”, destacou o bispo diocesano que, na próxima quinta-feira, dia 18, celebra missa na Paróquia Santo Antonio com a motivação e a presença da Pastoral Familiar. A caminhada também recebeu o apoio das Equipes de Nossa Senhora (ENS’s) e com o serviço eclesial Encontro de Casais com Cristo (ECC).
Com o tema “Amor Familiar, vocação e caminho de santidade”, a Semana da Família mobilizará atividades nas 65 paróquias da Diocese nos próximos dias.
Fotos: Érica Montilha | Diocese de Marília
População da Somália em perigo mortal devido à seca, alerta o Papa
Andrea De Angelis - Cidade do Vaticano
Um "perigo mortal". Assim o Papa definiu a situação em que se encontram as populações da Somália e de algumas áreas de países vizinhos devido à crise humanitária agravada, nos últimos dias, por uma seca sem precedentes. De Francisco o convite, ao final do Angelus, para se responder eficazmente a esta emergência:
Gostaria de chamar a atenção para a grave crise humanitária que afeta a Somália e algumas áreas dos países vizinhos. As populações desta região, que já vivem em condições muito precárias, encontram-se agora em perigo mortal devido à seca. Faço votos que a solidariedade internacional possa responder eficazmente a esta emergência.
Em seguida, o Santo Padre sublinhou a importância de não desviar o olhar do drama que estas pessoas vivem:
Infelizmente, a guerra desvia a atenção e os recursos, mas estes são os objetivos que exigem o máximo empenho: o combate à fome, a saúde, a educação.
De fato, uma seca está atingindo a Somália, que aliada às temperaturas recordes deste período, agravam um problema que sempre existiu na região do Corno de África e noutras zonas do continente africano, mas que agora se apresenta com uma gravidade nunca antes registada.
O alarme foi dado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e pelo Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC). Cerca de um milhão de pessoas deixaram suas casas desde o início do ano. Nos últimos 40 anos, nunca houve um fenômeno dessa magnitude, que também afeta a Etiópia e o Quênia.
A gravidade da situação somali foi confirmada, em entrevista à Rádio Vaticano - Vatican News, por Dom Giorgio Bertin, administrador apostólico de Mogadíscio e bispo de Djibuti. O prelado destacou que a situação política na Somália também contribui para dificultar as intervenções: um governo fraco e diferentes partes do país nas mãos de grupos armados, como Al-Shabaab.

















































